5 de abr. de 2015
15 de set. de 2014
16 de mar. de 2014
MINI-CURRÍCULO:
Mestre em
Criatividade e Inovação-UFP, Porto - Portugal; Pós-Graduada em Psicologia
Junguiana-IBMR/RJ; Psicóloga pela Universidade Veiga de Almeida- UVA/RJ;
Arteterapeuta-Clínica Pomar,RJ;
Terapeuta Familiar Sistêmica-Núcleo-Pesquisas/RJ; Graduada em Artes
Plásticas-UDESC/SC; Coach facilitadora criativa do mestrado online em Criatividade e Inovação pelo
IACAT/Espanha.
Coordenadora Geral e Acadêmica
da formação profissional em Arteterapia do Centro de Arteterapia
Danielle Bittencourt/RJ Docente do curso de formação profissional em Arteterapia
pelo Centro de Arteterapia
Danielle Bittencourt,/RJCoordenadora e Docente do curso de Pós-Graduação em
Arteterapia pelo AlquimyArt /SP, região Sul (2003/2007).
5 de set. de 2013
LEONARDO BOFF FALA DE CARL JUNG
INTRODUÇÃO
ESTA ENTREVISTA FOI
REALIZADA QUANDO LEONARDO BOFF DIRIGIA A EDITORA VOZES. CREIO QUE AS
INFORMAÇÕES AQUI CONTIDAS NÃO PERDERAM ATUALIDADE, SOBRETUDO PARA AQUELES QUE
SE INTERESSAM PELA PSICOLOGIA DE CARL GUSTAV JUNG.
A IMPORTÂNCIA DOS
COMENTÁRIOS DE BOFF SITUAM-SE EM DOIS PONTOS FUNDAMENTAIS:
PRIMEIRO, NA QUESTÃO DO CONTRATO DE TRADUÇÃO E PUBLICAÇÃO DAS
OBRAS COMPLETAS DE JUNG PARA O PORTUGUÊS. O GRUPO DE ZURIQUE, EM ESPECIAL FRANZ
JUNG, NÃO CONFIAVA NOS TRADUTORES BRASILEIROS. BOFF O VISITOU EM KÜSSNACHT E
NÃO SÓ GANHOU SUA CONFIANÇA COMO UM DOS TRADUTORES BRASILEIROS ENCONTROU ERROS
EM CITAÇÕES LATINA E GREGA. OS EDITORES SUÍÇOS AGRADECERAM...
SEGUNDO: OS COMENTÁRIOS DE BOFF SOBRE A OBRA DE JUNG E SEU ECO
NO UNIVERSO RELIGIOSO QUE LHE É PRÓPRIO. JUNG, PARA BOFF, É EXTREMAMENTE
PROVOCADOR PARA O TEÓLOGO JÁ QUE CONSEGUE TEMATIZAR A EXPERIÊNCIA DO NUMINOSO
COM O FENÔMENO NATURAL DA PSIQUE. O SELBEST (SELF) JUNGUIANO ASSUME
CARACTERÍSTICAS QUE SÃO TRADICIONALMENTE HOMOLOGADAS A REALIDADES DIVINAS
JOSÉ RAIMUNDO: Frei Leonardo Boff, por que a Editora Vozes
decidiu publicar as obras completas de C.G. Jung?
LEONARDO BOFF: Bom,
foi uma decisão minha, já que sou chefe do Editorial Religioso. Além disso,
sempre me interessei pelo estudo de Jung, inclusive freqüentei alguns cursos de
Psicologia Analítica na Universidade de Munique. Ainda na Alemanha me retirei
para uma casa só para estudar Jung, o que foi para mim uma experiência fascinante.
JR: A Ed. Vozes conseguiu com facilidade a permissão dos editores suíços
e da Família Jung para a tradução de toda a obra para o português?
LB: Absolutamente, não foi nada fácil, pois eles não tinham confiança na
tradução latino-americana nem na fidelidade no contrato. Mas, fazendo-me amigo
da família Jung, lentamente eles foram desfazendo-se dos preconceitos e, então,
realizamos o contrato. A obra está sendo lançada por um grupo de tradutores
muito selecionados. Essa foi a condição estabelecida pelo grupo Junguiano de
Zurique e pela própria Família de Jung.
JR: Após Jung, existe algum interesse da Editora Vozes em publicar as
obras dos grandes seguidores da Psicologia Junguiana como, por exemplo, Erich
Neuman, M. Fordam, G. Adler?
LB: Penso que esta seria uma segunda fase. Principalmente a obra de
Neumann deva ser traduzida logo após a de Jung. A pesquisa dele sobre o
arquétipo da grande mãe não tem paralelos em nenhuma produção psicológica.
JR: De que maneira a Psicologia Analítica pode contribuir no campo da
Teologia?
LB: Eu considero Jung um material extremamente provocador para o teólogo
na medida em que seu estudo é uma espécie de ponte entre o fenômeno universal
da experiência religiosa e sua tematização cristã. Eu como teólogo estou
interessado em reforçar toda esta Psicologia pelo lado humanístico que ela
significa, pois a religião, e isso Jung intuiu com grande sensibilidade,
possui uma enorme função terapêutica. Naturalmente, que a religião não
é somente isso. O discurso direto dela é sobre a divindade, a relação do homem
com o transcendente, etc. Mas ela ao fazer isso repercute na PSIQUE e
vale dizer ainda que ela (a religião) sempre foi a terapia natural de toda
humanidade. O mundo secularizado e indiferente à religião se priva de
um conduto terapêutico da maior importância e o perigo é que vem logo
sedativos. Porque de certa maneira ela é insubstituível. Ela nos coloca
questões que a experiência humana sempre vivenciou... Não é uma questão de
querer ou não... Tertium non datur, não há terceiro termo. Há momentos
da vida em que a situação humana levanta questões últimas e é ai que o ser
humano se mostra como tal.
JR: O volume XI das obras completas articula exatamente estas questões,
sendo que o universo religioso católico ocupa praticamente o centro das
investigações...
LB: Exatamente. Jung chega a comentar a missa católica, os símbolos do
Ofertório, da Consagração etc. A interpretação que ele faz dos dogmas marianos
é uma coisa lindísssima. Na época em que foi proclamado o dogma da Assunção de
Nossa Senhora (1950), houve protesto do lado ecumênico, do lado protestante e
Jung fez um dos melhores comentários até hoje realizados. Evidente: comenta a
partir de categorias psicológicas, dos arquétipos...
JR: Bom, Jung não era Católico...
LB: Sobre esta questão gostaria de lhe contar uma história que os
próprios filhos dele me relataram quando estive hospedado em sua casa em
Zurique. Já no final de sua vida, contaram-me os filhos de Jung: papai
costumava passar quase todos os domingos numa Abadia Beneditina e participava
da missa e de toda a liturgia. O assento religioso de papai pelo universo
católico era tão grande que certa vez resolvemos perguntar-lhe se estava
pensando em mudar de credo religioso. Ele nos acalmou dizendo apenas ter uma
profunda sensibilidade pelo universo católico e que podíamos ficar tranqüilos,
pois sua opção pelas grandes teses de Lutero era patrimônio seu."
JR: O senhor considera Jung um místico?
LB: Eu, pessoalmente, considero Jung um espírito místico.
Quando digo místico não quero dizer que ele quisesse se apresentar como tal,
como líder religioso ou outra coisa qualquer. É simplesmente porque ele
descobriu um código psicológico para entender a mística o que,
normalmente, só era entendido com categorias teológicas, como irrupção do
transcendente, como a exterioridade de Deus que afeta os homens etc.
Então, percebe-se em Jung uma sensibilidade, não só do cientista pelos temas
religiosos mas uma afinidade espiritual, uma naturalidade por este universo. E
neste sentido, ele é um dos grandes expoentes da mística na Modernidade.
JR: Isso nos faz lembrar a famosa resposta que Jung deu à televisão
inglesa, quando lhe perguntaram se acreditava em Deus...
LB: Sim, ele não precisava acreditar. Ele sabia. E essa é a
linguagem do místico. Como disse, Jung não faz um discurso teológico
sobre o religioso, pois isso implica uma certa ontologia... Ele se interessa
por aquilo que a mística faz atuar dentro da pessoa. E aí ele mesmo explicava
isso em alemão, e para o português é praticamente impossível de traduzir.
Seria: "Aquilo que atua isso é uma Atualidade" ou "Aquilo que
realiza, isso é o Real".
JR: Passemos agora a uma outra questão. No caso de Psicologia,
especificamente, o senhor acha que há um monopólio por parte dos analistas do
processo terapêutico?
LB: De certa maneira, sim. É como Jung dizia: o terapeuta tem que
estudar tudo, procurar ler em todos os campos do saber mas quando estiver
diante do paciente deve esquecer toda a sua ciência e ser absolutamente
sensível a cada pessoa. É por isso que a terapia de muitos clientes de
Jung — isso os próprios filhos dele me contaram, porque eu vi uma horta cheia
de cebolas no quintal... — era trabalhar, por exemplo, duas horas na sua horta.
Às vezes, a pessoa não queria porque achava humilhante... Outros tinham que ler
determinado livro para depois discutí-lo... Então, os caminhos
terapêuticos são os mais diversos e a sensibilidade do analista deve extrapolar
o seu divã. Deve meter-se lá onde corre a vida.
JR: Muitos tentaram levar
Jesus para o Divã. Um famoso Psicanalista carioca me disse que a identificação
de Jesus como sendo Deus é um problema de consultório...
LB: É lamentável que se
reduza Jesus a uma Patologia. Eu acho que é exatamente o contrário: Jesus
questiona a sanidade que nós colocamos com os nossos esquemas científicos.
Além disso, o próprio cientista deve ter consciência dos limites de sua ciência
e não transformá-la num instrumento global que abarque todos os possíveis
fenômenos. Com Jesus, estamos diante de uma figura impressionante que causou
impacto histórico extraordinário e que, ainda hoje, tem uma incrível
ressonância... Figura essa que para os instrumentos da Psicanálise é, de certa
forma, indecifrável. Dizer: ‘não cabe no meu esquema logo é patológico, deve ser
levado ao divã’, é muita ingenuidade. Agindo assim, o psicólogo se instaura
como última instância da história... São os fatos que questionam a ciência e
não o inverso. Ademais, importa distinguir, e toda tradição religiosa faz isso,
entre Deus e as imagens de Deus. As imagens de Deus são todas projeções não só
psicológicas mas culturais. Porque não existe só a PSIQUE, existe toda uma
força histórica, o não psicólogo, que é também fator de mudança e concretização
simbólica. Logo: ‘Deus é inefável’. Todas as religiões dizem
isso. O Próprio Tomás de Aquino, diz: "Se Deus existe como as coisas
existem, Deus não existe." Isto quer dizer que Deus não é coisa
palpável, nem ao nível dos sentidos empíricos nem ao nível de uma reflexão
transcendental. Ele é aquilo que está sempre paralelo.
JR: O universo religioso não poderia passar desapercebido pelo grande
gênio da Psicanálise, Freud. O senhor acha que as leituras de Freud sobre o
fenômeno religioso foram adequadas?
LB: A impressão que tive quando li os textos de Freud sobre religião foi
a de que ele parece falar de algo com que não se sente nada afetado. O
Psicólogo trabalha sempre sobre os fenômenos e pelo fato da pessoa humana ser
humana, ele guarda sempre uma espécie de co-naturalidade com todos os demais
fenômenos comuns a humanidade. E, neste sentido, Jung é muito mais enriquecedor
do que Freud. Freud nunca teve uma experiência religiosa. Entende a religião
como patologia coletiva e, por isso, elaborou uma visão inadequada do fenômeno.
Ele mesmo nunca se sentiu feliz com a sua solução. Levou o problema até o final
da vida porque via a contradição em que a religião, como patologia, produziu
fulgurações humanas da maior grandeza... Agora mesmo estou estudando sobre
Francisco. Jung se impressionou com ele e disse que, talvez, Francisco tenha
sido quem mais longe levou o amor como estabelecimento de relações com o mais
distinto, o mais diferente, pela via do religioso. Embora Jung ache que a
maneira foi "patológica", não nega que essa vivência gerou uma pessoa
de extrema humanidade que quase não tem paralelos no Ocidente. Então, Jung teve
a sensibilidade de captar o fenômeno religioso como sanidade e não como
patologia como, infelizmente, Freud fez.
JR: O senhor como Teólogo da liberação, o que pensa sobre a função da
Psicologia?
LB: Eu acho que a grande função, hoje, é ver a Terapia, não como o
resultado de um processo analítico mas como processo global da vida.
Ver as formas como o povo faz suas terapias, os caminhos pelos quais os
conflitos que são vividos na vida humana nas distintas classes sociais são
resolvidos. Então, a gente começa a descobrir que o povo nem precisa desta
Psicologia que está aí, porque ele tem outros caminhos de integração, de
resolução de seus problemas. Não quero dizer com isso que por ter nascido da
burguesia a Psicologia só vale para essa classe. O que quero dizer é que
a gente tem que chegar ao ponto de descobrir — e, isso, me dizia muito
os filhos de Jung — que a vida cura a vida. Disseram-me isso
porque lhes perguntei o motivo pelo qual não se tornaram herdeiros intelectuais
do pai. "O pai não quis, responderam, porque não precisamos da
Psicologia, éramos todos normais e os problemas que tínhamos, a própria vida os
curava".
5 de ago. de 2013
30 de jul. de 2013
DEPOIMENTOS DE ALUNOS que fizeram a formação em Arteterapia no Integrare
Ao escolher o Centro Integrare, levei em consideração principalmente duas coisas: O compromisso da coordenadora com a qualidade do curso e minha sensação de bem-estar com a equipe técnica e alunos, pois eu sabia que para além de aprender a ser Arteterapeuta, eu estaria me expondo e me trabalhando terapeuticamente. Para mim, a qualidade do curso só foi aumentando, bem como o vinculo com os colegas de trabalho, o que deixava o ambiente mais fluido. As coordenadoras tinham muita responsabilidade com os conteúdos e com os prazos, o que nos fazia ser alunos mais comprometidos. Até a metade do curso sentia que era aluna, após este período sentía que estava me profissionalizando, pois ao entrarmos em estágio nossa postura profissional era cobrada, bem como uma postura quase científica também, pois todo o período de estágio foi descrito em relatórios e discutido em longas e ricas supervisões. Concomitantemente a tudo isso, percebia que integrava uma maturidade pessoal e profissional. O final do curso foi chegando e com ele entregamos um longo e detalhado trabalho escrito que continha todos os caminhos trilhados em estágio. Entregamos também o trabalho final, fruto de um Workshop que nós alunos ministramos ao grupo. Nas aulas finais, fizemos um balanço dos nossos processos pessoais vividos ao longo dos dois anos. Foi importantíssimo fechar o trabalho dessa forma, nos fazendo perceber e encarnar todas as nossas transformações e como poderiamos usá-las dali pra frente. Para além de uma Arterapeuta, aprendi a trabalhar em grupo, a apreciar a subjetividade preciosa de cada integrante, a desenvolver a minha relação pessoal com a Arte e finalmente perceber que ter contato com experiências artísticas, independente de resultados, é praticamente imperativo à todos. Agradeço muito a todos que fizeram parte dessa história e já sinto saudades...
beijos
23 de jul. de 2013
ARTETERAPIA na revista Caras por Cristina Alessandrini
REVISTA CARAS | 5 DE OUT. DE 2007 (EDIÇÃO 726
- ANO 14)
O QUE É A
ARTETERAPIA E COMO ELA PODE MELHORAR A VIDA DAS PESSOAS
Embora antiga, foi
reconhecida como tratamento auxiliar da Medicina apenas no século XX. Consiste
no uso da escultura, pintura e outras formas de expressão para o autoconhecimento,
o controle de sintomas e o tratamento de problemas e doenças. A atividade
criativa e a relação que estabelece com ela e com o arteterapeuta é que
permitem à pessoa se conhecer melhor e evoluir.
A
arteterapia utiliza o desenho, a pintura, a escultura, a modelagem, o teatro, a
dança e outros recursos de expressão para o autoconhecimento, a suavização de
sintomas e o tratamento de problemas e doenças.
Enquanto em
outras formas de tratamento, como a Medicina, o paciente relata ao profissional
que o está atendendo o que o incomoda ou aflige, na arteterapia ele as expressa
por meio de uma ou mais atividades artísticas de sua preferência. O processo de
criação e a relação que estabelece com elas e com o arteterapeuta é que vão lhe
permitir se conhecer melhor e evoluir. A cada desenho ou modelagem, o conteúdo
da pessoa toma forma e ela sente que pode transformar suas aflições e suas
angústias em cor e movimento, em arte. Assim, suaviza e aprende a relativizar
padrões que antes aprisionavam, descobre que pode criar novas maneiras para
lidar com os problemas. A arteterapia é um tratamento auxiliar da Medicina,
como a fisioterapia e a acupuntura, entre outros. Seu uso é reconhecido pela
Asssociação Médica Brasileira e pela Associação Brasileira de Medicina e Arte
como terapia coadjuvante. O austríaco Sigmund Freud (1856-1939), criador
da Psicanálise, já apontava o papel da arte no processo terapêutico. Mas foi o
psiquiatra suíço Carl G. Jung (1875-1961) quem, no começo do século XX,
começou a usar a arte como recurso terapêutico com os próprios pacientes.
Também colaborou para o estabelecimento da arte na terapia o pediatra e
psicanalista inglês Donald Winnicott (1896-1971). Dois pioneiros no
Brasil, na primeira metade do século XX, foram o médico Osório César e a
psiquiatra Nise da Silveira(1906- 1999), que desenvolveram seu trabalho
em hospitais psiquiátricos. Hoje é usada em todo o mundo e ganha mais espaço
também aqui.
O tempo de
tratamento varia de acordo com a necessidade de cada um. Ocorre tanto
individualmente quanto em pequenos grupos. Pode ser usada por qualquer um que
queira se aperfeiçoar e rever problemas como baixa auto-estima, dificuldades de
relacionamento interpessoal, angústia, estresse e ansiedade. Pode aliviar
sintomas de doenças, como câncer e vitiligo, e promover mais qualidade de vida.
É usada também no tratamento de crianças e adolescentes hiperativos ou com
dificuldade de aprendizado. Além disso, é recomendada, entre outras situações,
na recuperação de quem sofreu traumatismos ortopédicos ou cerebrais. São
infinitas, portanto, as possibilidades oferecidas pela arteterapia.
Na América
do Norte e na Europa, grandes instituições já oferecem cursos de graduação e de
pós-graduação na área. As entidades brasileiras do setor de arteterapia lutam
para que um dia seja assim também no Brasil. Hoje, só quem já tem uma formação
superior básica, como psicólogo, psiquiatra, fisioterapeuta, pedagogo e professor
de arte, pode se especializar na atividade. Há cursos em diversas instituições
de ensino públicas e particulares. O tratamento, enfim, já está disponível
também na área pública de saúde, em clínicas, hospitais, creches e até em
sindicatos e outras entidades. Pessoas que desejem saber se em sua região
existem serviços de arteterapia podem consultar as associações existentes em
vários Estados ou a União Brasileira das Associações de Arteterapia (Ubaat),
que tem trabalhado para regulamentar a formação consistente de arteterapeutas e
seu reconhecimento como profissional da saúde e da educação. Informações nos
sites ubaat.com.br e aatesp.com.br, ou pelo telefone (021)
2719-9404.
Por: Cristina Dias Allessandrini
13 de jul. de 2013
Parece brincadeira, mas é muito SÉRIO, e acredite, pode ser muito bem remunerado.
Uma profissão autônoma, que gera independência financeira e recuperação do investimento num curto espaço de tempo, onde um profissional recém-formado em Arteterapia pode ganhar em torno de R$ 120,00 por uma sessão. Para fazer este curso o único requisito é que se tenha qualquer curso de graduação.
Com a formação em Arteterapia o aluno fica apto a exercer uma profissão legalizada e independente do curso superior que já tenha. Nada melhor do que trabalhar no que se gosta, visto que essa profissão é agradável e prazerosa. Esse trabalho pode ser realizado com grupos em escolas,empresas, hospitais, instituições etc...
Na Arteterapia você vai trabalhar com modalidades expressivas como pintura, modelagem, colagem, desenho, tecelagem, expressão corporal, sons, músicas, criação de personagens, etc.
A formação com a Mestre Danielle Bittencourt tem como diferencial os módulos de Pranic Healing e Florais correlacionados com o conceito de Energia Psíquica. Outro diferencial são os profissionais com longa experiência, reconhecidos no mercado, mestres e especialistas com formação no exterior.
Esse curso de formação garante com que o profissional se sinta apto a entrar no mercado de trabalho para competir com profissionais que já estejam atuando no mercado.
Links:
SAIBA MAIS SOBRE ARTETERAPIA
https://www.facebook.com/notes/yoga-recreio/o-que-é-arteterapia/605238569510575
MATERIAL TEÓRICO - JUNG E O INCONSCIENTE CRIATIVO
https://docs.com/U39Z
SITE CONCEITUADO:
www.arttherapy.org








Com a formação em Arteterapia o aluno fica apto a exercer uma profissão legalizada e independente do curso superior que já tenha. Nada melhor do que trabalhar no que se gosta, visto que essa profissão é agradável e prazerosa. Esse trabalho pode ser realizado com grupos em escolas,empresas, hospitais, instituições etc...
Na Arteterapia você vai trabalhar com modalidades expressivas como pintura, modelagem, colagem, desenho, tecelagem, expressão corporal, sons, músicas, criação de personagens, etc.
A formação com a Mestre Danielle Bittencourt tem como diferencial os módulos de Pranic Healing e Florais correlacionados com o conceito de Energia Psíquica. Outro diferencial são os profissionais com longa experiência, reconhecidos no mercado, mestres e especialistas com formação no exterior.
Esse curso de formação garante com que o profissional se sinta apto a entrar no mercado de trabalho para competir com profissionais que já estejam atuando no mercado.
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https://www.facebook.com/notes/yoga-recreio/o-que-é-arteterapia/605238569510575
MATERIAL TEÓRICO - JUNG E O INCONSCIENTE CRIATIVO
https://docs.com/U39Z
SITE CONCEITUADO:
www.arttherapy.org
30 de jun. de 2013
1 de jun. de 2013
Dicas sobre Arteterapia
O QUE É ARTETERAPIA, COMO FUNCIONA, QUAL A FORMAÇÃO DO
ARTETERAPEUTA?
É
uma importante ferramenta no processo terapêutico que auxilia na transformação
do desenvolvimento humano. A Arteterapia é uma ciência que utiliza diversas
abordagens da psicologia, da psicanálise e da neurologia, trabalhando de forma
transdisciplinar com diversas linguagens artísticas, promovendo a saúde mental
do homem. A metodologia de trabalho em Arteterapia habilita o profissional a
trabalhar de forma independente ou em trabalho multidisciplinar através de
equipes de saúde.
A Arteterapia utiliza a expressão simbólica sem se preocupar
com a estética, através de modalidades expressivas como pintura, modelagem,
colagem, desenho, tecelagem, expressão corporal, sons, músicas, criação de
personagens, etc..
O QUE É?
A Arteterapia é um processo terapêutico
que se serve do recurso expressivo a fim de conectar os mundos internos e
externos do indivíduo através de sua simbologia. Tem como principal objetivo
atuar como um catalisador, de forma que o indivíduo entre em contato com
conteúdos internos e muitas vezes inconscientes assim expressando sentimentos e
atitudes até então desconhecidos. A
Arteterapia é um processo diferenciado de intervenção porque, como faz uso da
linguagem artística, extrapola a linguagem verbal, possibilitando outra forma
de comunicação mais profunda através de caminhos como o corporal, o plástico, o
sonoro, o visual. Assim, por
trabalhar concretamente os processos perceptivos e sensoriais que passam pelo
ver, ouvir, tocar, explorar, movimentar e sentir, é possível se chegar, através
dela, a uma nova experimentação e aprendizagem afetivas, tendo como estímulos
as experiências artísticas. O uso
de recursos como o desenho, a pintura, o barro, a música, colagens, expressão
corporal, histórias, teatro e poesia facilitam essa imersão no caminho
sensorial para se chegar depois ao sensível das emoções e ao entendimento no
cognitivo. Cabe realçar ainda o papel do arteterapeuta como suporte afetivo e
sua importância no acompanhamento do processo curativo do indivíduo.
A QUEM SE
DESTINA?
-
Crianças e adolescentes tímidos, agressivos, hiperativos, desmotivados, com
dificuldade de aprendizado e, dificuldade de concentração.
-
Adultos que queiram assumir um papel vital na reconstrução, transformação e
compreensão do ser humano como um todo.
-
Idosos que queiram ter um melhor conhecimento de si mesmo e queiram utilizar
sua maturidade e vivência para direcionar adequadamente seus conhecimentos e
sabedoria ao seu próximo, sentindo-se útil nesta etapa de sua vida.
QUAL SEU
OBJETIVO?
-
Integrar áreas de conhecimento, que são Arte, Saúde e Educação, possibilitando
a promoção, preservação e recuperação da saúde mental.
-
Possibilitar uma ampla transformação interna no indivíduo, para haver um
crescimento da personalidade.
-
Recuperar a possibilidade de o indivíduo criar livremente, encontrando formas
mais harmoniosas de se comunicar, de se relacionar e de estar com o mundo.
-
Possibilitar o indivíduo a exprimir suas emoções, aprendendo assim a confrontar
seus problemas, tendo uma vida mais harmoniosa e feliz.
BENEFÍCIOS:
- Propicia autoconhecimento.
- Favorece mudanças psíquicas e
comportamentais.
- Facilita a expansão da
consciência.
- Ajuda na solução de conflitos
emocionais.
- Desenvolve a autoestima.
- Desenvolve a criatividade.
- Lida melhor com sintomas,
estresse e experiências traumáticas.
-Desenvolve recursos físicos,
cognitivos e emocionais no fortalecimento da personalidade.
QUEM SOMOS?
Arteterapeutas são profissionais
com treinamento tanto em arte como em terapia. Tem conhecimento sobre o
potencial curativo da arte. Utilizam a arte em tratamentos, avaliações e
pesquisas, oferecendo consultoria aos profissionais de áreas afins.
Arteterapeutas trabalham com pessoas de todas as idades, indivíduos, casais
famílias, grupos e comunidades. Oferecem seus serviços individualmente e como
parte de equipes profissionais, em contextos que incluem saúde mental,
reabilitação, instituições médicas, legais, centros de recuperação, programas
comunitários, escolas, instituições sociais, empresas, ateliês e prática
privada (AATA, 2003 - www.arttherapy.org). Profª. Otília Rosângela
Silva de Souza.
CAMPOS DE ATUAÇÃO?
- CLÍNICA: Crianças,
Adolescentes, Adultos, Idosos, Casais e Famílias.
- EDUCACIONAL: Escolas e
Instituições de Ensino Superior.
-SOCIAL: Instituições
sociais, Presídios, Organizações não governamentais e Comunidades de baixa
renda.
- SAÚDE MENTAL: Centros de Atenção Psicossocial.
- ORGANIZACIONAL: Organizações públicas e privadas.
- HOSPITALAR: Profissionais de hospitais
da rede pública e privada, pacientes que
estejam internados por um período
maior de tempo.
O QUE É NECESSÁRIO PARA SE TORNAR UM PROFISSIONAL EM ARTETERAPIA?
Para ser um
arteterapeuta, é necessária uma
formação específica e para que o profissional seja reconhecido como
arteterapeuta é preciso que e o curso de formação ou pós-graduação esteja de
acordo com os parâmetros da Associação do Estado em que reside e da União Brasileira
de Arteterapia (UBAAT), com um currículo mínimo e a carga horária mínima
estabelecida. É necessário que dentro do currículo estejam inseridos estágio e
supervisão. Recomenda-se que o aluno durante o curso, faça sua terapia
individual.
Os cursos de Arteterapia são
ministrados para profissionais de diversas áreas, onde o único requisito é que
se tenha um curso de graduação, habilitando este a tirar sua carteira
profissional através de sua respectiva associação.
COMO É UM CONSULTÓRIO DE ARTETERAPIA?
O setting terapêutico deve
ser um lugar confortável, acolhedor, com boa luminosidade, que possa armazenar
os diversos materiais de arte e, principalmente, que o cliente se sinta bem.
UMA SESSÃO
DE ARTETERAPIA?
O cliente, pinta,
desenha, esculpe, dança, cria personagens, faz colagens, costura, borda, etc.. Com
a utilização destas modalidades, ele consegue acessar o inconsciente através da
linguagem simbólica, que contribui para a expressão e comunicação dos
sentimentos, pensamentos e lembranças de vivências anteriores.
COMO
FUNCIONA?
Patrícia Pinna detalha o processo: "As
primeiras atividades vão ajudar a pessoa a se sentir confortável e acolhida no
espaço terapêutico (formação do vínculo), a se apresentar e olhar para o seu
percurso de vida, a se perceber melhor (como ela se vê e se coloca no mundo), a
entrar em contato com o que pede a sua atenção especial (o conflito atual). Ou
seja, é feito o diagnóstico do que a pessoa precisa trabalhar em si. Depois o
arteterapeuta propõe atividades que ajudem no trabalho dessas questões. A
pessoa também pode sugerir as técnicas (pintura, modelagem, colagem etc.)".
AS VANTAGENS
DA ARTE COMO PALAVRA
A
Arteterapia é indicada para crianças e famílias, além de atender indivíduos com
deficiência ou perdas decorrentes de patologias. "No caso da terapia
familiar, os recursos artístico-expressivos tem a vantagem de diminuir a
distância existente entre crianças e adultos, com a criança dispondo de um meio
de expressão daquilo que deseja comunicar no setting terapêutico". (Maíra Bonafé)
"Os
recursos facilitam a expressão de sentimentos, podendo acelerar muitas vezes o
processo terapêutico. Para pessoas que apresentem dificuldades em colocar em
palavras o que estão vivenciando e sentindo, como em casos traumáticos
(violência, abuso, luto), e entre crianças e adolescentes, para quem geralmente
é mais fácil se expressar através da linguagem não verbal, a Arteterapia
oferece uma linguagem mais acessível, trazendo a dimensão do prazer aliada ao
processo terapêutico, o que ajuda a tratar questões que, de outra forma, seriam
extremamente dolorosas de trabalhar".
(Patrícia
Pinna)
17 de out. de 2012
15 de out. de 2012
25 de jun. de 2012
PROGRAMA FORMAÇÃO PROFISSIONAL EM ARTETERAPIA- Matrículas abertas!!!
Conteúdo Programático
(560h)
De acordo com os parâmetros estabelecidos pelas normas da União
Brasileira de Associações de Arteterapia (UBAAT) e Associação de Arteterapia do
Rio de Janeiro (AARJ).
MÓDULO I - FUNDAMENTOS APLICADOS À ARTETERAPIA
1.
FUNDAMENTOS DA ARTETERAPIA
1.1.
Fundamentos
teóricos da Arteterapia:
1.1.1. Conceituação
1.1.2. História da Arteterapia
1.1.3. Panorama atual (nacional e
internacional)
1.2.
Linguagem Teórica à pratica de Arteterapia:
1.2.1. Processo de
Amplificação
2.
FUNDAMENTOS DA ARTE
2.1. História da Arte:
2.1.1. Pré-História, Antiguidade, Idade
Média
2.1.2. Idade Moderna e Idade Contemporânea
2.2.
Linguagem
Visual
2.2.1. Parâmetros básicos de uma obra de Arte
2.3. O Processo
Criativo
3.
FUNDAMENTOS DA PSICOLOGIA ANALÍTICA – TEORIA E PRÁTICA
3.1.
Abordagem Teórica: Eixo norteador- Jung (Vida e Obra)
3.2.
Estrutura da Psique:
3.2.1.
Consciente (ego) e Inconsciente Pessoal (complexos)
3.2.2.
Inconsciente Coletivo (arquétipos) e Self
3.2.3.
Persona
3.2.4.
Sombra
3.2.5.
Puer / Senex
3.2.6.
Animus / Anima
3.3. Dinâmica da Psique:
3.3.1.
Símbolo e Signo
3.3.2.
Processo de Individuação
3.3.3. Energia Psíquica
3.3.4.
Tipos psicológicos
4.
FUNDAMENTOS PSICOSSOCIAIS
4.1. Campos de Atuação da
Arteterapia
4.2. Ética Profissional
4.3. Ciclos do Desenvolvimento Humano:
4.3.1.
Desenvolvimento do Grafismo Infantil
4.2.2.
Ciclos do Desenvolvimento Humano: crianças, adolescentes, adultos, idosos
MÓDULO II - TÓPICOS ESPECIAIS APLICADOS À ARTETERAPIA
5.
PSICOPATOLOGIA E PSICOSSOMÁTICA
5.1. CID10 e
DSMI5- Classificação internacional das doenças
5.2. Sintomatologias
dos processos psicopatológicos
5.3. Psicopatologia à luz da Psicologia
Analítica
5.4. Aplicabilidade
da Arteterapia na Psicopatologia
6.
HARMONIZAÇÃO ENERGÉTICA
6.1. Terapia Prânica
6.2. Psicoterapia Prânica
MÓDULO III – INTERVENÇÃO PROFISSIONAL EM ARTETERAPIA
7.
TÉCNICAS EXPRESSIVAS( Linguagens e Práticas em Arteterapia)
7.1.
Teatro Terapêutico
7.2.
Música
7.3.
Expressão Corporal
7.4.
Técnicas Plásticas
8. A OFICINA
CRIATIVA
9.
ATELIÊ- (podendo variar de curso para curso)
9.1. Sucata
9.2. Bonecos de Espuma
9.3. Fotografia
9.4. Escrita Criativa
10. INSTRUMENTOS TERAPÊUTICOS NA CLÍNICA
JUNGUIANA
10.1. Interpretação de Sonhos
10.2.
Contos de Fadas
10.3.
Imaginação Ativa
10.4. Caixa de areia
12. LEITURAS SIMBÓLICAS DAS TRADIÇÕES CULTURAIS
12.1.
Mitologia
12.2.
Alquimia
MÓDULO IV - ESTÁGIO SUPERVISIONADO E FORMAÇÃO CIENTÍFICA
EM ARTETERAPIA
13. ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM
ARTETERAPIA
13.1. Estágio em grupo social
13.2. Supervisão
13.2. Supervisão
14. ÁLBUM PESSOAL E APRESENTACAO DO
T.C.C.
14.1. Elaboração,
montagem e apresentação do Álbum Pessoal
14.2. Apresentação do T.C.C.
Observações:
1 - A orientação do TCC poderá ser feita em conjunto
com membros do corpo docente.
2 - As linguagens e Práticas em
Arteterapia serão assim distribuídas: 40 horas para os itens de
Teatro terapêutico, Música, Expressão Corporal e Técnicas Plásticas (na
disciplina Técnicas Expressivas).
As Técnicas Plásticas (Pintura, Argila, Papier maché, Contação de histórias, Literatura,
Mosaico, Bordado, Colagem, Tecelagem, Papel colée, Desenho, Escultura,
Instalação e Construção) também serão
dadas nos horários da programação teórica do curso.
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DANIELLE BITTENCOURT- Clínica de Psicologia e Arteterapia
Avenida das Américas, nº 7935 , bloco 2, cobertura 734. Barra Da Tijuca- RJ
Tels: 21- 9316-3608/ 21- 7893-1406
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